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Resumo biográfico, junho 2018pgv_foto

Investigadora doutorada, Paula Varanda tem focado o seu trabalho de escrita e análise nas artes performativas e projectos culturais, com participação em conferências e publicações em Portugal e na Europa. Tem competências profissionais consolidadas como directora artística, diretora de gestão, produção e programação; como professora no ensino superior e profissional e como coreógrafa. Interessam-lhe em particular temáticas da inclusão, descentralização e de desenvolvimento pela arte e pela educação; a valorização social através do trabalho com comunidades sub-representadas; as práticas e teorias sobre corpo e novos média nas sociedades contemporâneas; e as políticas culturais nacionais e europeias para o acesso e sustentabilidade das artes.

Fez o doutoramento na Middlesex University em estudos artísticos e humanidades com uma tese sobre dança e novos média (2015), licenciou-se na Escola Superior de Dança (1994) e pós graduou-se na Middlesex University como Master of Arts em coreografia e artes performativas (2003).

Exerceu o cargo de Directora-Geral das Artes para o Ministério da Cultura do XXI Governo constitucional, desde junho 2016 até maio 2018, onde destaca a coordenação da implementação dos programas de apoio financeiro às artes da atividade profissional  (não governamental) e onde foi responsável pela organização das representações oficiais de Portugal nas Exposições internacionais das Bienais de Veneza de Arquitetura e Artes.

Como produtora, directora de cena e bailarina colaborou até 2005 com várias associações como Alkantara, Re.Al, Jangada de Pedra, DBM – Danse Bassin Mediterranée, Shinkansen e Body-Data-Space assumindo funções de coordenação em festivais, tournées e encontros internacionais.

Foi assessora para a dança no Instituto das Artes de 2004 a 2007, desenvolvendo estudos prospectivos sobre os financiamentos estatais, emissão de pareceres, coordenação de júris para atribuição de subsídios ou acompanhamento e avaliação das entidades apoiadas.

É autora do livro Dançar é Crescer – Aldara Bizarro e o Projecto Respira (Caleidoscópio 2012) e publicou capítulos com outros editores como Alkantara, Daniel Tércio, European Festivals Association, Companhia Paulo Ribeiro e Fábrica das Artes. Escreveu regularmente crítica no Jornal Público entre 2004 e  2016 e pontualmente para programas sobre espectáculos e festivais (Companhia Maior, New Age New Time, ou Lura).

Apresentou a sua investigação de doutoramento em conferências em Portugal e no estrangeiro (Somatech, Eva London, Artech, TKB, DRHA, XcoaX e PostScreen), com publicação de artigos em proceedings e revistas académicas.

Como professora colaborou com a Escola Superior de Dança, Faculdade de Motricidade Humana, Escola Superior de Educação de Beja e Fórum Dança entre outros.

Fundou em 2008 o projecto dansul – dança para a comunidade no sudeste alentejano – mobilizando as autarquias de Mértola, Castro Verde, Beja e Aljustrel para uma rede informal de relações culturais que funcionou com regularidade até dezembro 2015.

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